Archive for the ‘Prévias FLIP’ Category

HTTP://FLIP2008.RECORTE.ORG

Monday, May 5th, 2008

Este é o novo endereço do FLIP 2008 Recortes. Se você nos acompanha, atualize seu Favoritos e feeds. Se além disso, tem um link para nós no seu site, pode ajudar na divulgação da mudança atualizando o link ou fazendo um post. Se você tem o selo, copie o novo código (à direita).

A idéia de ter um domínio próprio já estava em nossos planos, era apenas uma questão de tempo para promover a migração, com a preocupação de manter toda a estrutura e design do site. O blog sobre a FLIP 2007 também foi trazido para o novo domínio. A mudança proporcionará mais agilidade na publicação das matérias, principalmente durante a FLIP, pois teremos outros recursos não disponíveis na plataforma padrão wordpress.

FLIP 2008 - lá vamos nós!

Wednesday, March 12th, 2008

http://flip2008.wordpress.com

Troca de horários

Wednesday, July 4th, 2007

A Mesa 20, De Macondo a McCondo, com Ignacio Padilla e Rodrigo Fresán, marcada para acontecer no domingo, 08/07, às 17h, foi transferida para o mesmo dia, às 10 horas da manhã.

Bosco Brasil e Mário Bortolotto, portanto, se apresentarão no domingo, às 17h.

Ainda pouco, pelas ruas de Paraty

Tuesday, July 3rd, 2007

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Foto: Sergio Fonseca

Está quase na hora!

Tuesday, July 3rd, 2007

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Tenda dos Autores

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Hoje à tarde. Mas amanhã estará tudo pronto.

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Estúdio da TV Cultura

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Tenda Matriz.

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Tenda dos Autores

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A FLIP é assim. Ninguém pára.

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FLIP: Meninas da Equipe 5

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Esculturas da FLIPINHA começam a alegrar a praça.

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Programas da FLIP e FLIPINHA.

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Detalhe do cartaz da 5a. FLIP.

Fotos: Sergio Fonseca, 3-7-2007

Parati, 03-07-2007

Tuesday, July 3rd, 2007

lula_a_dore.jpgApós uma ótima viagem, chegamos à Paraty.  O visual da Rio-Santos é deslumbrante. A cidade ainda vazia já respira a FLIP. Uma breve passada na pousada para deixar as malas e a dica da chegada é comer uma porção de lula à doré acompanhada de um bom chopp gelado no Restaurante Sabor do Mar. Depois é andar pelas ruas.

Foto: Ane Aguirre (celular)

TV Cultura em Paraty

Monday, July 2nd, 2007

Mais uma novidade na quinta edição da FLIP.  Além das tendas Matriz e Autores, a TV Cultura montará uma terceira tenda para abrigar um estúdio de tv. Durante o evento, a emissora de São Paulo fará entrevistas com escritores e intelectuais convidados, além de gravar os programas Entrelinhas, Metrópolis, Planeta Cidade, Roda Viva e Vitrine.

O prazer quase sensual de contar histórias - Entrevista com Mia Couto

Saturday, June 30th, 2007

Entrevista publicada no O Globo, caderno Prosa & Verso, pág. 6, em 30.06.2007

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O GLOBO: Em “Terra sonâmbula”, um dos personagens diz que “escrever é ensinar alguém a sonhar”. Para o senhor, o que significa ser escritor?

MIA COUTO: O verbo “estar” se aplica melhor e dever-se-ia dizer que alguém “está” escritor. Não é do domínio da essência, não é uma natureza em nós. O que está imperiosamente gravado em todos nós é a necessidade de criar, de inventar. Quero estar escritor na medida em que estou disponível para essa espécie de embriaguez que é a inspiração e o prazer quase sensual de criar histórias. Acreditei, num dado tempo, que o escritor tinha uma missão. Depois, desacreditei e olhei a escrita como se olha o amor, para além de qualquer serviço ou funcionalidade. Agora, sendo parte de um país que ressuscitou de uma guerra fratricida, creio, de novo, que o escritor pode ter um papel na reconciliação dos homens com o seu tempo. Em Moçambique, ninguém parece recordar-se desse período de horror tão recente (a guerra terminou em 1992). Vivemos dominados pelo medo de despertar demônios. A literatura pode ajudar a sarar essa ferida, pode ser um convite para revisitar esse tempo, sem medo da culpa e do ressentimento.

O GLOBO: Em vários livros seus, os velhos são guardiões da cultura popular pois trazem o registro dos costumes e do passado. Hoje cada vez mais se valoriza rupturas de valores e envelhecer é demérito. Como avalia o resgate das tradições e os ensinamentos dos antepassados?

COUTO: A idéia de que, em África, os velhos são sempre respeitados resulta de uma mistificação. Isso nem sempre sucede, mesmo em sociedades que não foram desarrumadas pela colonização. Subsiste na visão sobre a África ainda uma idéia cor-de-rosa, certa romantização do “bom selvagem”. Mas é verdade que, em certas sociedades — e muitas delas estão vivas em Moçambique — o lugar dos mais velhos é fonte de prestígio e saber. Não são todos os mais velhos. A idade deve ser cruzada com a linhagem, a família, o sexo (geralmente, a mulher é excluída desse pedestal). Essa tradição está sendo reconstruída pela atualidade. A modernidade africana convive de modo atribulado com isso que chamamos de tradição e está refabricando rituais e crenças. Mas isso sucede num universo em que a miséria absoluta vai corroendo aquilo que antes era dominado pelo respeito. Num mundo ajoelhado perante a mercadoria, sucede na África aquilo que sucedeu em outros continentes: velhos e crianças estão desvalorizados porque produzem pouco e compram ainda menos.

O GLOBO: O personagem Vinticinco de Junho, o Junhito, tem este nome porque nasceu no dia da independência de Moçambique. Para sobreviver aos horrores da guerra ele se transforma num galo, uma ave doméstica. Há algum sentido simbólico?

COUTO: Há simbolismos, no plural. No saber rural, de Moçambique, não é ficção aceitar-se que um homem se converte em bicho. O fluir de identidades entre pessoas, bichos e árvores faz parte do imaginário rural. E depois, há idéia de que a própria independência nacional se domesticou e ficou, como se diz metaforicamente no livro, aprisionada num galinheiro. Toda uma irreverência que existiu na luta de libertação nacional, todo um sentido épico e utópico, tudo isso foi desvanecendo.
O GLOBO: O sobrenatural e as assombrações circulam na sua obra. É uma forma de entrar num realismo mágico? No universo alegórico?

COUTO: O recurso ao “fantástico” não resulta de estratégia ou decisão pensada. Acontece no Brasil como em Moçambique, na América Latina como em África: a fronteira entre realidade e magia é uma outra e não obedece aos padrões da racionalidade européia. Aliás, quem deu nome e estudou essa corrente do “realismo mágico” não fomos nós, escritores, não fomos nós, do Terceiro Mundo.

O GLOBO: A África foi contaminada pela sombra do colonialismo, por anos de guerra civil e miséria. Sua literatura combate a retórica de “vítima” e propõe uma visão crítica. Como construir uma narrativa onde os africanos afirmem uma singularidade histórica?

COUTO: Essa afirmação está sendo feita a todos os níveis. A literatura é apenas um espaço onde se exerce essa proposta de inventar uma História em que nós, africanos, surgimos como sujeitos e parceiros do que aconteceu e deixamos de ser apenas vítimas e coitados. É importante assumir essa responsabilidade histórica, com base na verdade e na coragem de aceitar que uma parte de nós, africanos, fomos cúmplices das atrocidades cometidas no passado. A escravatura e o colonialismo foram praticados não apenas por mão de fora: houve conivência ativa de elites da África. Essa mesma conivência está prosseguindo hoje na dilapidação dos recursos em benefício das grandes companhias multinacionais. A visão vitimista só serve às atuais elites corruptas.

O GLOBO: O mundo atual está saturado de imagens e informações. Ainda há uma carência de narrar histórias e lançar luzes sobre a História através da literatura?

COUTO: Creio que a literatura é exatamente isso: levar a que a história case com a História. A apetência em escutar e contar histórias está dentro de nós. Eu seria uma pessoa pobre se não fosse capaz de produzir histórias, de fazer da minha própria vida uma narrativa que posso emendar, apagar e enfeitar. E eu não sou diferente de ninguém. Uma certa racionalidade nos fez envergonhar deste apetite, atirando a história para o domínio da infantilidade. Essa estigmatização da pequena história está presente na própria literatura: veja-se a forma como se secundariza o conto em relação ao romance. O advento e a hegemonia da escrita são também responsáveis por essa marginalização da oralidade.

O GLOBO: J.M.Coetzee e Nadine Gordimer são escritores sul-africanos que estarão na Flip, e têm estilos distintos do seu. É possível dimensionar a diversidade da literatura africana?

COUTO: Os dois escritores são já um exemplo dessa diversidade num único país. A escrita de Gordimer e Coetzee localizam-se em pólos e estilos absolutamente distintos. O continente africano está atravessado pela mesma diversidade cultural e artística de qualquer outro continente. Felizmente, está passando uma fase muito utilitária da literatura, como arma de afirmação política contra um tempo de negação. Era uma escrita datada, geralmente empobrecida pela obrigação assumida e fabricada pelos outros de ser “africana”. O texto literário era visto como uma espécie de prova de autenticidade étnica e racial. A feitiçaria, os velhos à volta da fogueira, as fábulas e lendas, tudo isso era receita obrigatória. Certa crítica literária européia ajuizava o valor desses textos como se estivesse perante um artesanato, como se tratasse de uma manifestação de folclore que os próprios africanos legitimavam. Hoje, uma grande parte dos escritores africanos libertou-se dessa pressão e quer apenas fazer literatura, debruçar-se sobre a luz e os abismos da alma humana, trabalhando temas intemporais e universais. 
 
Jornal: O GLOBO
Autor: Cristina Zarur 
Editoria: Prosa & Verso

Procedimento do Prazer - Entrevista com César Aira

Saturday, June 30th, 2007

 Entrevista publicada no O Globo, caderno Prosa & Verso, pág. 8, em 30.06.2007

Gazeta do Povo/23-05-2007

Prolífico
Como consegue publicar tanto? Tem uma rotina de muita disciplina? Acredita-se um obsessivo (tantos escritores assim se definem…)?

CÉSAR AIRA: Meu único sistema, e creio que é o melhor, consiste em escrever por prazer. Com nossos prazeres somos bastante estritos; são as obrigações que postergamos. Com o tempo, vi-me com uma rotina deliciosa, ao me dedicar a cada dia um pouco à invenção; aí tenho a liberdade que é tão escassa no resto da existência. Não sou obsessivo, porque posso passar semanas e meses sem escrever, e quando escrevo é apenas meia página ou uma página por dia. Sou muito lento, penso dez vezes cada palavra, e dou cem voltas a cada frase antes de escrevê-la. Na realidade, o segredo para ser prolífico não é escrever muito, mas escrever bem.

Procedimento
Segundo sua teoria, os grandes artistas do século XX foram os que inventaram “procedimentos”. A palavra é tão importante para o senhor que está no título do livro que lançou recentemente em Curitiba. É mais importante, pois, que a inspiração? Utiliza-os sempre?

AIRA: Em algum momento de minhas fantasias teóricas me entusiasmei com a idéia dos “procedimentos”, como os de Raymond Roussel, que geraram automaticamente os relatos. Era um modo de liberar-se da subjetividade burguesa, de toda a velha máquina psicológica. Mas nunca utilizei nenhum procedimento. E, olhando para trás, dou-me conta de que quase tudo o que escrevi é subjetivo, psicológico, autobiográfico e nasceu da mais velha e tradicional inspiração. A moral é que não se deve acreditar muito nos escritores quando teorizam.

Vanguarda
Na sua opinião, a única saída para a arte, hoje, é ser de vanguarda. Acredita, pois, ser um autor de vanguarda, um artista em busca da reinvenção da arte, como já definiu o artista de vanguarda?

AIRA: Queria considerar-me um escritor de vanguarda, se “vanguarda” se entende como a criação de novos paradigmas de gosto e qualidade. A “retaguarda” então seria ajustar-se ao gosto estabelecido, e eu sempre fui contra o gosto dos leitores, inclusive meus poucos e queridos leitores.

Gênero
Costuma aventurar-se por diferentes gêneros — novela, ensaio, teatro… Até um dicionário de literatura latino-americana escreveu. Que liberdade cada gênero lhe proporciona?

AIRA: Sempre fui narrador, e deveria ter sido só um narrador de histórias. Mas em certo momento obriguei-me a escrever ensaios. Fiz isso sobretudo para deixar um testemunho de minha experiência de leitor. Mas nunca consegui me acostumar. Um ensaísta deve dizer alguma espécie de verdade, e o narrador está mais bem comprometido com a mentira.

Segui escrevendo ensaios para desfrutar o contraste: quando termino um e volto ao romance, sinto melhor a imensa liberdade que tenho para mentir, para ser incoerente, absurdo.

Cânone
Parece-me que o senhor gosta muito de botar sempre o cânone em questão. É um “procedimento”?

AIRA: Não sou crítico, nem professor, nem historiador da literatura. Sou um leitor, e um leitor agradecido porque a leitura foi a ocupação mais constante da minha vida, e meu maior prazer. O cânone de um leitor são todos os autores que amou, e eu os amei a todos, ou a quase todos. O que não aceito destes “cânones” de que se fala hoje é seu aspecto prescritivo e autoritário. A melhor leitura é a que não é obrigatória, e cada leitor deveria decidir por si o que é bom ou mal.

Preferência
No lugar de autores já canônicos, como Cortázar ou Saer, prefere, por exemplo, Manuel Puig, nem sempre tão canônico. Por que não Cortázar, nem Saer? O que acha de Borges?
 
AIRA: Tampouco gosto de Jorge Amado ou de García Márquez ou X ou Y ou Z. E, sim, gosto de Puig e Borges e A e B e C. E daí? Não pretendo impor meus gostos a ninguém. Os leitores somos democráticos por natureza, e também por conveniência. Como a única coisa que queremos é que nos deixem seguir lendo em paz, respeitamos os gostos alheios para que respeitem os nossos.

Polêmica
Também não teme a polêmica: por que as desavenças? Além de uma questão de personalidade, há nisso algo que se refere a uma postura de honestidade diante da obra?Fale-nos um pouco da literatura argentina hoje… O que acha de Ricardo Piglia?

AIRA: Se falo mal de Piglia, posso estar certo de que Piglia vai falar mal de mim, de modo que a polêmica é demasiado previsível e sem interesse.

Flores
Como é morar em Flores, o típico bairro portenho que inspira, entre outras, uma das narrativas lançadas no Brasil no ano passado (“As noites de Flores”)?

AIRA: Fui viver em Flores em minha juventude, por acidente, e lá continuei por inércia. É um bairro sem atrativos especiais, que além disso me fez invisível pelo hábito. É ideal para a classe de romancista que sou. Obriga-me a usar a fundo a imaginação. Ao ser tão cinza, tão neutro, todo o drama e a emoção de meus romances ambientados em Flores tenho eu mesmo de inventá-los.

Brasil x Argentina
Apesar de ter diversas obras publicadas, poucas foram editadas no Brasil. Como explica o abismo cultural que existe entre os países vizinhos?

AIRA: Não consigo explicar. Talvez se deva a que além de ter línguas distintas temos histórias e sociedades muito distintas. E estamos perto demais para que haja um atrativo de exotismo, como com o Japão. O leitor médio argentino sabe muito mais da literatura japonesa que da brasileira. Mas o bom leitor nunca é um leitor “médio”, e os bons leitores argentinos não precisamos esperar as traduções.

Literatura brasileira
O que acha das letras brasileiras?

AIRA: Sem ânimo de fazer demagogia, acredito sinceramente que a literatura brasileira é a mais rica do continente. Sempre e em todos os gêneros, incluídos os não especificamente literários, como a sociologia ou a história. No século XIX, nenhum país latino-americano teve um romancista tão grande quanto Machado de Assis. E, no XX, seria necessário reunir o máximo de vários países (Borges, Lezama Lima, César Vallejo) para haver um equivalente de Guimarães Rosa, Clarice, Mario de Andrade, Dalton Trevisan, João Cabral e tantos mais. E hoje não há em nenhuma parte um escritor com a grandeza de João Gilberto Noll.

Telefone
É verdade que detesta falar ao telefone? Por quê?

AIRA: Cresci no campo e falei ao telefone pela primeira vez aos 20 anos. Nunca me acostumei. Não consigo manter uma conversa por telefone. E notei que transmitem muito mais notícias ruins que boas. (Isso não impede que eu considere “O gorila”, de Sérgio Sant’Anna, uma obra-mestra do conto).

Temas
Até hoje, na sua literatura, como surgiram os temas sobre os quais escreveu? O que lhe seduz num tema?

AIRA: Não sei se saberia o que falar de “temas”. Meus romances nascem de uma ocorrência ou inspiração fugaz, e a partir daí eu improviso à medida que vou escrevendo, mudando a direção todo o tempo. Não sei qual será o “tema” que vai prevalecer no fim.

Nobel
Gosta de Coetzee, o Nobel sul-africano que virá à Flip também? Ou prefere Nadine Gordimer, outra Nobel?

AIRA: Não li nenhum dos dois. O último Prêmio Nobel que li foi Beckett, e não o li porque ganhou o Prêmio Nobel.
 
 
Jornal: O GLOBO
Autor:  Raquel Bertol
Editoria: Prosa & Verso

BELVEDERE

Friday, June 29th, 2007

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Lançamento BELVEDERE

A festa de lançamento do livro do poeta Chacal
será comandada pelo DJ Dany Rolan e Augusto Massi.
Carlito Azevedo e o autor do livro recitarão poemas.

Quinta-feira, 05 de julho, das 22h às 02h
Bar do Lúcio
Pça.da Matriz, 03
Centro Histórico de Parati (RJ)
Tel. (24) 3371 8261
Entrada franca