William Boyd

william_boyd_bio.jpgNasceu em Acra, Gana, em 1952, filho de um médico e de uma professora de francês. Passou um período na Nigéria e sua formação se deu em vários lugares, entre eles Glasgow, Nice e Oxford. Em 1981 publicou seu primeiro romance: A good man in Africa. Sua obra é dinâmica e criativa, características que lhe valeram diversos prêmios. Os livros As novas confissões, A praia de Brazaville, O destino de Natalie X e outras histórias, A tarde azul e Armadilho foram publicados pela Rocco. É um escritor elegante, pertencente a uma nova geração de escritores de língua inglesa impregnados pelo multiculturalismo. Segundo ele, um escritor precisa de três qualidades: imaginação, senso de observação e perseverança. Irônico e original, Boyd chegou a pregar uma peça nos jornalistas de todo o mundo ao lançar o livro Nat Tate, an american artist, biografia de um pintor expressionista semelhante ao mestre abstrato Jackson Pollock. Depois de receber diversas reportagens, descobriu-se que o pintor jamais tinha existido e que seu único quadro conhecido, tinha sido pintado pelo próprio Boyd. Suas obras já foram traduzidas para mais de vinte idiomas e seu mais recente romance, Fuga (Restless), publicado no ano passado na Inglaterra deve ser lançado em breve no Brasil, pela Rocco.

Prêmios:
- 2007 British Book Awards Richard and Judy Best Read of the Year (shortlist), por Fuga;
- 2006 Costa Novel Award, por Fuga;
- 1995 Los Angeles Times Book Prize (Fiction), por A tarde azul;
- 1993 Sunday Express Book of the Year, por A tarde azul;
- 1991 McVitie’s Prize for Scottish Writer of the Year, por A praia de Brazzaville;
- 1990 James Tait Black Memorial Prize (for fiction) , por A praia de Brazzaville;
- 1983 Selected as one of the 20 ‘Best of Young British Novelists’ by Granta magazine and the Book Marketing Council
- 1982 Somerset Maugham Award, por A good man in Africa;
- 1982 Booker Prize for Fiction (shortlist), por An ice-cream war;
- 1981 Whitbread First Novel Award, por A good man in Africa.